(sem spoiler)
Conheço a Taylor por meio de sua música e matérias nas dezenas de revistas teens que eu li durante minhas transições final da infância - pré-adolescência - adolescência, e apesar de colar um daqueles posters que vinham no meio dessas revistas na minha parede, nunca fui fã dela.
Durante o documentário notei que muito do que eu sabia sobre ela estava desatualizado, ou equivocado, levando em conta os últimos problemas que ela teve com outros famosos. E é aqui que o documentário tem seu primeiro grande acerto, tratando de alguns desses assuntos sem sensacionalismo, indo direto ao ponto e sendo até, bastante imparcial, quando poderia simplesmente contar o lado dela como vítima.
Eu sei que são poucas as pessoas dos fandoms que refletem boas características de seus ídolos, mas acredito que ela inspira a parcela boa dos fãs dela de maneira magnífica. Com uma história de evolução contínua e bons exemplos.
Apesar de ser bastante assertivo quanto aos problemas causados por terceiros a ela, Taylor também permitiu que a direção, da competente Lana Wilson, mostrasse pontos sensíveis de sua vida.
Nunca questionei o talento da norte-americana como artista, afinal foram muitos recordes e sucessos tocando em loop ao longo dos anos da carreira dela, mas aqui aqui ela cravou de vez o quão esforçada e dedicada ao trabalho ela é, além de ser muito talentosa. Agora vejo a Taylor como uma das melhores.
Enfim, é um presente pros fãs e uma oportunidade dos amantes de música conhecerem essa grande artista fora da curva. O documentário saiu dia 31 de janeiro e é um Original Netflix, tem 1h e 26h e vale muito.

0 Comentários